Aug 05 2009
Ser Feliz ou Ter Razão?
Este texto chegou para mim hoje e caiu como uma luva!
Estou vivendo a crise dos 7 anos de casada, aquela crise onde o seu marido vira o do contra, e vocês brigam por qualquer coisa simplesmente porque cada um tem a sua opinião ou que seja feito do seu jeito, e não arreda o pé. Aquela crise onde seu marido que sempre foi bonzinho e fazia todas as suas vontades, vira um chato que não aceita mais os seus chiliques (por razões óbvias) e vira um respondão, e quase sempre te sobe um sangue quente pelas veias querendo enfiar um tapa nas fuças dele. Tá sabendo agora qual é?
Pois é, me disseram que passa, e assim espero. Obviamente que os que me disseram que passa continuam casados há mais de 7 anos e menos de 14, porque ninguém aguenta duas crises dessa num casamento!
Mas, o texto abaixo realmente nos faz pensar de outra forma, e evitaria a tal “crise”. Vou tentar colocar em prática!
SER FELIZ OU TER RAZÃO ?
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: – Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais… E ela diz: – Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
…Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Quando o foco deveria ser outro!




