Arquivo de July, 2010

Jul 14 2010

L’Entrecote de Paris

Publicado por em Culinária,Viagem

No ano passado o famoso chefe francês radicado no Brasil, Olivier Anquier (AMOOOO!!!) abriu em São Paulo o restaurante L’Entrecote de Ma Tante. A proposta era ser uma cópia do famoso restaurante parisiense. O restaurante serve uma salada simples de entrada (porém gostosa), entrecote (contra-filé) com um molho secreto (que para mim tem mostarda dijon e molho inglês) e batata frita fininha e sequinha (a vontade). É bem gostoso, mas meio carinho (R$47,00 este menuzinho). Aí o filho do dono do Banco Santos abriu um igual e mais barato (R$33,00), e na minha opinião mais gostoso e com ambiente mais agradável. E o nome? L’Entrecote de Paris.  Cópia do Olivier, ou melhor, cópia do verdade L’Entrecote de Paris, que inspirou ambos.

Estando em Paris, uma boa refeição, onde não se precisa falar francês, atendimento ok e preço razoável (23 euros o menu sem bebida e sobremesa), esse é o lugar. E de quebra você ainda conhece o tradicional e famoso restaurante que serve bife + batata frita com molho especial.

Entrecôte de Paris
29 Rue de Marignan, 75008
Paris, France

Esqueci de tirar fotos da comida, sorryyyyy!!!

Quer saber qual o meu favorito? Eles são BEM parecidos, mas o que eu mais gostei foi o L’Entrecote de Paris de São Paulo.

Mas estando em Paris, passa lá porque é bem legal e fica numa travessa da Champs Elysées, quase na esquina. A única coisa que você tem que escolher é o ponto da carne. Aí você fala inglês ou faz mímica tá?

bem passado = well done

ao ponto = medium

mal passado = rare (ou fala red que eles entendem também)

Me perdoem por ter comido tudo e não ter tirado fotos? Rs…

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Um coment??rio

Jul 12 2010

Giverny (Jardin du Monet) e Rouen

Publicado por em Viagem

Depois da novela Viver a Vida e a lua de mel de Luciana e Miguel num jardim lindíssimo, todo mundo queria saber onde era, inclusive eu! Que raios de lugar é esse em Paris que eu nunca vi? Aí a dona Soraya Veiga muito culta me esclareceu. E eu achei ótimo que era uma cidadezinha perto de Paris, porque dessa vez queríamos conhecer lugares diferentes. Pesquisei muito sobre a cidade na internet, e o Conexão Paris ajudou muito, e programei minha viagem. E agora vou explicar direitinho nos detalhes para você não ficar com medo ou dúvidas como eu. É simples. E tem fotos!

Primeiro você vai até a estação Saint Lazare (olha no mapa do metrô de Paris). Chegando lá, procure a bilheteria que fica num estande fora da estação (na entrada). Lá eles falam inglês, tem até uma bandeirinha inglesa em cima do guichê. Compre um ticket Paris – Rouen (ida e volta tá?). Custou 40 euros (quase morri, no site Conexão Paris falava em 20!!!). Não esqueça de perguntar se o trem pára em Vermont (cidade em que você tem que descer para chegar em Giverny), pois tem uns que são direto e não param, só param em Rouen.

Vá em direção às plataformas de embarque. Olhe no telão e veja o horário e destino do seu trem e qual plataforma. Antes de entrar no trem, não esqueça de carimbar a passagem nas máquinas amarelas que ficam na entrada das plataformas, isso é imprescindível se o fiscal te pedir dentro do trem. Entre no trem e vai escutando as estações. Quando falar VERMONT você desce. Uma galera vai descer com você, não se preocupe. Descendo do trem procure a saída principal da estação (no chão tem um caminho de pezinhos azuis escritos GIVERNY).

Saindo da estação tem logo à direita um ponto de ônibus (que vai estar lá já esperando pois eles sabem os horários dos trens) que leva a Giverny.

O ônibus custo 4 euros (ida e volta, guarde o ticket para usar na volta, não dpa uma de jacu como nós que não perguntamos se poderíamos usar na volta e pagamos duas vezes!!!!) e são menos de 10 minutos até a Fundação Monet. Você pode pegar um taxi também (não compensa!) ou até alugar uma bicicleta, que eu queria muito fazer mas haviam várias questões sem resposta. Vamos então esclarecer: serão 10 a 15 minutos de pedalada tranqüila (maior parte é reta), numa paisagem linda, você aluga na porta da estação e na porta da Fundação tem uma área reservada só para bicicletas (não tem que pagar)! Vale a pena sim se for no verão. Chegando na Fundação (o ônibus pára em frente, tem só que atravessar a rodovia e andar 1 quarteirão cheio de casas muito antigas, uma vilinha bem francesa mesmo, lindo de se ver) você tem que pagar para entrar, foram 6 euros por cabeça (passeio carinho esse né? Rsss).

No passeio está incluso a visita ao primeiro jardim, à casa de Monet que está super conservada (e é bem legal para vislumbrar como era viver naquela época), e aos jardins do fundo onde se tem o lago que apareceu na novela (é meio escondido, procura que você acha!).

O passeio é legal, é bonito e muito interessante, principalmente para quem gosta de plantas e flores (minha mãe ia pirar lá). Não dura mais de 3 horas (contando tempo de trem + ônibus + visita fundação). O ideal é você sair bem cedo de Paris (eu peguei o trem às 8:21) pois quando for meio dia você já terá feito tudo e poderá voltar para Paris para aproveitar a tarde ou fazer o que fizemos, ir a Rouen (se diz Ruã). Como não é possível comprar a passagem Paris – Vermont, você é obrigado a pagar a passagem Paris – Rouen. Se pagou, porque não ir até lá? São mais 40 minutos de trem (pega o ônibus devolta a Vermont, veja o próximo trem para Rouen no telão, carimbe novamente o ticket na máquina amarela e vá para a plataforma indicada), e como em Rouen a estação fica no centro, você consegue em menos de 2 horas visitar os principais pontos turísticos da cidade, que é linda (fica na região da Normandia), bem antiga, e você consegue fazer uma bela refeição lá. Nós comemos em um restaurante delicioso que não lembro o nome, era no centrinho – tipo um calçadão – onde tem vários restaurantes. No cartão de crédito aparece o nome SARL. Gastamos quase 100 reais em um menu completo (entrada, prato principal, sobremesa) e estava DIVINO! Gostamos bastante (fotos abaixo).

Entrada

Prato Principal

Sobremesa

Mais informações sobre Rouen você encontra aqui.

Fotos de Giverny e Rouen no Fotki:

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Jul 02 2010

Paris – Parte I

Publicado por em Uncategorized

Esta foi minha quarta vez a Paris. E cada vez é diferente, encantador.

Um colega de trabalho está casado há 3 anos. Vivia em crise, quase se separando. Foi para Paris no carnaval, e desde então eles vivem no maior love. Ele diz: “Se eu soubesse que Paris faria tão bem para meu casamento, teria ido antes”.

Todo mundo quer conhecer Europa, mas se tiverem que escolher uma cidade somente para conhecer, 99% escolheriam Paris. E tem justificativa. A cidade é linda, é romântica, tem estrutura para turista (quem só vem melhorando cada vez mais, falo mais sobre isso depois), come-se muito bem, revive-se grandes amores alí.

Eu vou tentar descrever na série de posts sobre esta minha última viagem não só a Paris mas outras cidades da região, tentando dizer tudo que eu gosto e acho que vale a pena. Peço que tenham paciência porque é MUITA coisa que vai render MUITOS posts, portanto, se você estiver pensando em ir para lá e quiser dicas, me manda um e-mail que eu tento te ajudar antes dos posts saírem.

E depois da série França tem a série Londres também, que é uma cidade que para mim nem é turismo mais, é volta ao passado. Morei lá quase dois anos e volto no mínimo duas vezes por ano, então não tem como não considerar minha terceira cidade “natal”, e às vezes esqueço de postar algumas dicas aqui.

Bom, voltando a Paris.

Chegar lá vocês sabem né? De preferência avião tá? 11 horinhas de vôo. Infelizmente a melhor opção ainda é TAM, eu acho uma bosta, vamos todos enlatados igual sardinha. ODEIO a TAM.

Brasileiro não precisa de visto para a Europa, mas também não é garantia que você vai entrar…. Se bem que na França ninguém nem olha o passaporte direito, afinal ninguém quer ser ilegal e tentar ganhar dinheiro lá, isso é mais comum em Londres.

Chegou, passou imigração, pegou as malas, começa a odisséia para chegar na cidade. Existem várias opções, e cada vez que vou para lá melhora mais. Desta vez eu queria pegar o supershuttle e não rolou, vou explicar porque, e acabei indo de trem+metrô (opção mais utilizada) mesmo.

Vamos lá:

1) A opção mais utilizada é o trem + metrô. Custa 9 euros. No aeroporto é só seguir as placas de trem para Paris. Super simples pois o todo mundo vai estar indo para o mesmo lugar, é a opção mais utilizada. Compra o bilhete nas máquinas (que tem em inglês) ou vai na bilheteria mesmo (mais fácil pra quem é novato), e para meu espanto, a atendente falava inglês (Paris mudou MUITO!), então é fácil comprar. Se você não fala inglês também fala “Paris centre” e faz sinal com o dedo de quantos tickets você quer. Pergunta a plataforma ou então segue o fluxo mesmo e na entrada das plataformas tem um painel que fala o nome do trem e a plataforma que ele sai. Você deve procurar por Paris Centre ou Gare du Nord. O trem que você pegar vai parar em Gare du Nord (gare em francês significa estação). Nesta estação você vai descer e pegar o metrô para chegar até seu hotel. Não precisa comprar o ticket denovo, pois o que você comprou no aeroporto serve para o metrô também. Aconselho fazer um download do mapa do metrô de Paris para saber qual linha pegar para chegar no hotel que você vai ficar, ou assim que chegar no aeroporto vai num balcão de informações e pega o mapa da cidade (imprescindível) onde tem todos os pontos turísticos e o mapa do metrô.

Porque eu não gosto desta opção: no aeroporto, para chegar na plataforma, você desce a escadaria da Penha. Quando chega na Gare du Nord, sobe a escadaria da Penha, e quando chega no metrô, muito mais escadas para subir e descer dependendo das linhas que você tiver que pegar. Então quando se tem malas pesadas, é um porre! Fora que se for uma viagem a dois, nada romântico vocês carregando mala o tempo todo né?

2) Taxi: aí é para quem pode. Sem dúvida a melhor opção, mas pensa, custa em média uns 80 euros, sem condições né?

3) Supershuttle: eu AMO a supershuttle. Em NY só uso ela. Tem em várias cidades do mundo, mas Paris não tinha. Até que de uns 2 anos para cá eles começaram a oferecer este serviço lá. Maravilha. É uma van que custa um pouco mais caro que o trem/metrô das cidades, mas te pega na porta do aeroporto e te deixa na porta do seu hotel, quer coisa mais cômoda que isso? O supershuttle de Paris custa 20 euros, mais que o dobro do metrô, mas acreditem, vale MUITO a pena. Se você não pegar e optar pela opção 1, vai lembrar de mim quando estiver carregando as malas para cima e para baixo e vai pensar que 11 euros a mais teriam valido a pena. Eu não consegui pegar o supershuttle desta vez pois em Paris ele só funciona com agendamento, nem adianta chorar (eu tentei!). Portanto, entre no site, faça a reserva, pagamento, etc (eles esperam mesmo se seu vôo atrasar muitas horas), e quando você chegar, conforto total. No site deles tem também a localização deles em cada terminal do CDG (aeroporto). Entra lá e veja: http://www.supershuttleparis.fr/en

Cuidado com os taxistas que ficam te abordando na saída do aeroporto, só pegue o taxi na rua mesmo. Muito cuidado com imigrantes em Paris, especialmente os com sotaque do Leste Europeu! Não é preconceito, mas assista “BUSCA IMPLACÁVEL” e aí você vai entender. E não é exagero, os caras são picaretas, vão querer te dar o golpe na rua, tenha cuidado.

Agora você já deve estar chegando no seu hotel.

Ih, você não sabe onde ficar? Pois é, isso é problema em Paris. Tudo depende muito do seu estilo de vida, do que quer fazer em Paris, do pique, da idade etc… Já fiquei em diversos lugares e posso dizer que para mim, hoje, nas atuais condições (não tenho mais pique de ficar batendo perna o dia todo), compensa pagar um pouco mais e ficar mais perto da Champs Élyseés. Eu não fiquei desta vez e confesso que me arrependi. Desta vez eu fiquei no mesmo lugar que fiquei na última vez, eu ADORO e super recomendo, pois é perto de quase tudo e se você tem pique consegue andar para todo lado, fora que na região do hotel tem muita infraestrutura, tipo supermercados, starbucks, MacDonalds (para usar wireless free!) e vários restaurantes.

Eu fiquei no IBIS Opera Bastille, há 3 quarteirões da praça da Bastilha, uns 20 minutos caminhando até a Notre Damme (pela beira do rio, um caminho lind, Paris se conhece a pé, nada de ficar embaixo da terra andando de metrô, além de gastar dinheiro você não vai conhecer nada!), e Bairro Latino, e dalí em 10 minutos você chega no Louvre, mais 10 minutos na praça da Concórdia, mais 10 minutos Arco do Triunfo. Veja bem, tudo isso é caminhando pela Champs Élyseés, então você nem sente, só vai admirando a paisagem, parando nas pontes maravilhosas do rio Senna, curtindo mesmo. O Hotel é esse aqui e fica há dois micro quarteirões (que vale por 1) da estação Bréguet Sabin, da linha 5 (laranjada), que sai direto lá da Gare du Nord, então se você pega trem, vale muito a pena pois não precisa fazer baldiação. Está também a 5 quarteirões da estação Bastille, da mesma linha, mas que cruza com outras linhas que pode te levar para outros lados da cidade.

Em Paris tem que ter muito cuidado com hotéis, porque eu já vi de tudo. Já fiquei num IBIS perto de Mont Marte que queria MORRER! Por isso sempre fico neste, o hotel é grande, os quartos novinhos, estrutura para todo lado. Cuidado que muito hotel em Paris não tem banheiro no quarto (como o Formula 1), então não tente ficar em algum lugar que ninguém conhece, siga recomendações. Eu já fiquei em 2 espeluncas que dava vontade de chorar, pagando 100 euros de diária. Então, olho aberto!

Como andar por Paris:

Sempre a pé se possível.

De metrô está cada vez mais fácil, pois em todas as estações agora tem máquinas que você seleciona a língua (tem espanhol e inglês), aí você escolhe o que quer comprar.  Uma passagem só de ida custa 1,70 euros. Você pode comprar o passe para o dia todo, se for usar muito (duvido, pois as coisas são muito perto), aí compensa. E a máquina deixa pagar com cartão de crédito. Perfeito, porque nas estações dificilmente tem bilheteria, e quando tem não falam inglês, então a máquina salvou os brazucas! As estações de metrô em Paris tem uma distância média de 3 a 5 quarteirões uma da outra, então mesmo que no mapa pareça longe, ANDE!

Tenha sempre aquele mapa da cidade que eu disse para você pegar no aeroporto. Ele tem até os nomes das ruas, e assim você consegue caminhar facilmente!

E eu aqui escrevendo este post e o Brasil perdendo de 2×1 para a Holanda faltando menos de 10 minutos pro final. ODEIO a seleção brasileira, é só a gente acreditar que eles vão lá e fodem. Sem clima para continuar, volto depois.

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Jul 02 2010

ECLIPSE: o filme

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Simplesmente, lindo, muito fiel ao livro, todos cada vez trabalhando melhor, as cenas românticas estão demais, o filme é muito engraçado, muitos suspiros no cinema.

Vale MUITO a pena, mesmo que você não seja fã da série Twilight.

Eu com certeza vou assistir mais umas 3 vezes no cinema, quem sabe bato o recorde de Lua Nova, que assisti 4 vezes no cinema, 500 no PC até sair o DVD e já perdi a conta quantas vezes assisti no DVD.

Ai, ai…. suspiros mil!

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