Arquivo de agosto, 2010

ago 27 2010

L’entrecote de Paris II

Publicado por em Culinária

Lembra do post sobre o L’Entrecote de Paris, que eu citei o de São Paulo?

E daí que domingão eu fui lá, puts fico a semana passando fome para emagrecer 300 gramas e vou almoçar num lugar que serve só carne com BATATA FRITA. Essa sou eu. Fuedas.

Enfim, lembrei de vocês e tirei foto.

Só que esqueci de fotografar a salada. Mas também, é alface com tomate molho e nozes, então usa a imaginação tá?
O importante é o couvert e o prato principal, o qual você pode repetir as fritas e o molho a vontade (menos a carne tá?).

Muito bom. Recomendo sempre.

L’Entrecote de Paris

Rua Pedroso Alvarenga 1.135

http://www.lentrecotedeparis.com.br/

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ago 25 2010

Benji

Publicado por em Família

Tudo começou com o Mike ficando mimado e com ciúmes de qualquer coisa.
Até eu e o Rafa se beijar ele já dava escândalo. Aí decidimos que tínhamos que arrumar outro dog.
Pensar em comprar outro filhote nem pensar. Estamos muito durangos.
E comecei a seguir várias ONGs e protetores de animais no twitter.
E vivia deprimida vendo a situação deprimente de tantos cães. Como tem gente mal nesse mundo.
E aí decidimos que iríamos adotar um.
E tinha que ser meio pequeno porque moro em apartamento.
E todo dia eu recebia um pedido de ajuda para salvar um bichinho. Até que um dia recebi esse:

Na hora me comovi. Primeiro porque ele parece MUITO o Mike, que sempre chamamos de Benji, embra do filme?

Pois é. Nos apaixonamos.
Mais do que isso, tinhamos que salvá-lo. É uma história triste, muito triste. O ser humano é capaz de muita crueldade.
Esse bichinho fofo que vocês viram na foto acima foi encontrado amordaçado (a boca amarrada com algemas de brinquedo) para que não pudesse latir, e com as pernas amarradas para que não pudesse correr, dentro de um saco de lixo abandonado no estacionamento do Carrefour de Interlagos. Pois é, fizeram isso para ele morrer. Não deram uma chance a ele se quer. Amarram a boca para não latir, as patas para não seguir esse provável dono que tanto o maltratava, e deixou ele alí sem uma chance de sobrevivência.

Mas meu Deus é um Deus do impossível.
Ele opera milagres.
E colocou a Luzia, uma boa alma, no caminho do Benji. Ela o salvou e deu abrigo durante 1 mês. Até eu me apaixonar por ele e resgatá-lo.

Filminho dele no abrigo quando chegamos, todo bonzinho.

E fotos dele no carro a caminho.

E outro filminho.

Levei ele direto par ao Pet Shop para levar um trato. Banho, escovar dentes, tosa higiência, etc.
Quando chegou em casa foi um auê. Fez xixi em todos os cantos possíveis, Mike ficou doidinho (ele ama cachorros)… foi muito legal. Ele brincava de um jeito com o Mike que ninguém nunca brincou. Tava lindo.
Um doce de cachorro, bonzinho… amoroso…. mas deve ter sofrido muito. A gente levantava e ele já abaixava a cabeça com medo de apanhar, pode isso?

Mas o tempo foi passando e o Mike foi mudando, foi avançando toda hora no coitado, que era tão bonzinho que nem revidava. Eu dei um ossinho para ele roer e ele gostou tanto, mas tanto, que quando ofereci biscrok, ele segurou os dois na boca com medo de soltar o ossinho e perdê-lo. Um fofo. Mas tava insuportável, o Mike não parava de latir de ciúmes, não podíamos chegar perto do Benji, e o Mike começou a passar mal de tão nervoso. E para piorar, suspeito que o Benji era um cachorro de casa, pois ele ficava tentando pular da janela, desesperado para sair.

Ele em casa comendo ossinho junto com o Mike.

Por fim, levamos ele para Ribeirão na casa da minha mãe, porque lá ele tem um quintalzão para brincar, liberdade, atenção o tempo todo e o mais importante, ficou livre de um cachorro chato que ficava gritando na orelha dele (Mike, rs). Não vejo a hora de ir para RP para vê-lo novamente.

Salvei uma vida. Mas tem tantas outras precisando de ajuda.
Não compre, adote.
Você sabia que com o preço de um filhote (R$500,00) você alimenta um cão por um ano inteiro? Ajude a causa.

Cão sem Dono

Animais para adoção

Associação Protetora dos Animais

Pelos Animais

Amigo Animal

Associação Paulista

Proanima

ANDA

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ago 24 2010

Surpresa

Publicado por em Romance

Mamãe, o que é esse negócio colorido aí que papai te deu? É de comer?

Porque um pouco de romance de vez em quando não faz mal a ninguém né?

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ago 23 2010

2 anos

É meu amor, passaram-se 2 anos.
E quantas vezes nos perguntamos o que raios estamos fazendo juntos? rs, pois é, casamento não é fácil, ter diferentes criações, culturas, etc também não é fácil. Mas é tão bom né?
Sei que nesse nosso relacionamento tem muita troca, das duas partes, mas sei também que tem muita coisa a melhorar. Mais da minha parte do que da sua…. porque teu coração tem amor demais, paz demais, paciência demais. O meu, ah o meu coração…. cheio de impaciência, ânsias, exigências. Tem que ter paciência comigo, que a vida me ensinou tudo errado. Eu cobro e não elogio. Eu cobro denovo e exijo exijo e exijo mais. Eu busco a perfeição. Não gosto de ser assim não, você sabe. Mas não mudo assim tão rápido.
E se depois de 2 anos ou quase 8 anos juntos você ainda tem amor por mim, é porque sabe o tempo do meu coração. Vê potencial em mim. É o meu agente de mudança.
Nós podemos não sair mais tanto, não se amar mais tanto, não ter aquela paixão cheia de desejo. Mas poxa, pra que tudo isso? Se tudo isso normalmente vem junto com indecisão, incerteza e insegurança? Eu não trocaria o que temos, o companheirismo, o entender o que se passa pelo tom de voz, os planos e mais planos……
Foram dois anos em que não vivemos muito né amor? Foi construção e mais construção. Primeiro pagar a dívida do casamento. Depois procurar apartamento. Morar 8 meses num flat (Jesuis!!!). Se endividar muito. Reforma. Brigas e mais brigas. Mais dívidas. Mudança. Sem lazer por causa das dívidas há mais de 7 meses. Um cachorro, que virou filho. Por fim, foram 2 anos de construção. Estamos prontinhos. Agora só falta nosso pimpolho, que Deus vai mandar no tempo dele.

Eu te amo, você sabe o quanto. E vou sempre buscar ser a esposa ideal para você. Só não esqueça nunca de me mostrar o caminho.

Lembra de 2 anos atrás?

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ago 20 2010

Como é lindo um reencontro!!!

Publicado por em Família,Romance,Vídeos

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ago 19 2010

Clude da Comédia

Publicado por em Dia a Dia

Ontem fui no Clube da Comédia.

Meio a contragosto porque não gosto de comédia stand up (bem coisa de americano sem graça) e também não gosto de sair de noite durante a semana e deixar o Mike sozinho.

Mas me surpreendi. Demais. Ri sem parar durante 1 hora inteira. Um programão. Super recomendo. Custa R$40,00 e tem toda quarta-feira às 21h no teatro Procópio Ferreira em São Paulo.

Marcelo Mansfield, Oscar Filho, Danilo Gentilli, Andre Bernardes (Porteiro Zé) e outros arrasaram. Eu adoro o Marcelo desde o dia em que vi este vídeo:

Vai lá, é muito legal, você vai amar!

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ago 10 2010

Almoço de Dia dos Pais

Domingo teve almoço de dia dos pais em casa, só eu, Rafa e minha irmã.

Porque gente, Rafa também é pai, é pai do Mike!!! E que paizão ele é, ama esse cachorro como gente, mima o pobrezinho e me deixa louca quando não deixa eu educar o cachorro. Às vezes ele me acorda de madrugada para dizer que o cachorro tá dormindo do ladinho dele da cama, no chão em cima de alguma peça de roupa dele….

E como não poderíamos ir para casa dos meus pais, resolvemos fazer um banquetezinho no domingo.

Eu escolhi um menu que foi de ARRASAR, não só de gostoso mas com as minhas costas. Fiquei 4 horas literalmente na cozinha, mas valeu muito a pena e sobrou muito para eu poder congelar e da próxima vez vai ser facinho de fazer.

Eu escolhi a receita de gnocci/nhoque com molho de gorgonzola do Claude Troigros, mas adaptei para mandioquinha (batata baroa em algumas regiões) pois gosto mais. De acompanhamento, carré de cordeiro ao molho de ervas que estava DIVINO!

A receita dá trabalho, mas posso dizer? Foi o melhor nhoque que já comi na vida. Certeza que vai virar prato para visitas e vai fazer muito sucesso.

A receita original está aqui, inclusive com videozinho.

Nhoque ao gorgonzola

Serve 4 pessoas

NHOQUE

600g batata (fiz dois quilos de mandioquinha, deu para 3 pessoas e sobrou para fazer mais 3 vezes para mais 3 pessoas!)
120g farinha de trigo (não medi, fui colocando para dar liga e desgrudar, cuidado para não exagerar porque fica massudo!)
3 gemas (muitas receitas por aí usam ovo inteiro, eu preferi copiar o Claude e usar só gema, não peneirei e não ficou com cheiro de ovo)
80g queijo parmesão ralado (usei 200g)
60g queijo mussarela ralado (usei 100g)
180g ervilhas frescas cozidas (não usei)
sal a gosto
pimenta do reino moída na hora a gosto
noz moscada a gosto

Enrole em papel alumínio as batatas lavadas e asse no forno pré-aquecido a 180°, até que elas fiquem macias (aproximadamente 40 minutos).  Depois, descasque as batatas ainda quentes, faça um purê e misture com todos os outros ingredientes, menos as ervilhas. Enrole e corte o nhoque do tamanho que quiser. Jogue o nhoque em água fervendo. Quando subir (aproximadamente 5 minutos), retire e coloque em água com gelo. Seque imediatamente com um pano e frite o nhoque no azeite. Depois, acrescente as ervilhas.

Eu coloquei as mandioquinhas no papel alumínio conforme instruções acima, passaram quase 1,5 h e não estavam muito cozidas, como estávamos com fome, joguei na água quente mesmo, não dava para esperar mais.

MOLHO

300ml creme de leite
200g queijo gorgonzola
sal a gosto
pimenta do reino moída na hora a gosto

Fiz um pouco mais de molho porque fiz mais nhoque.

O choque térmico e a fritada faz toda a diferença, acredite. Nunca comi nada tão bom!.

Agora vamos às fotos!

Comece temperando os carrés de cordeiro (faça no mínimo 3 por pessoa pois eles encolhem!) com sal (de preferência grosso, não muito), pimento do reino moída na hora (tem que ser!), azeite, alho e ervas. Eu coloco tudo no pilão e sóco sóco sóco sóco e só depois eu espalho na carne. Deixo no mínimo umas 2 horas antes de fazer. Neste usei as ervas (frescas, sempre) que tinha: óregano, alecrim, salsinha e coloquei umas folhinhas de manjericão – ficou muito bom!). Lembre-se que a carne antes de fritar/assar tem que estar em temperatura ambiente, tire da geladeira no mínimo 30 minutos antes de preparar.

Ah, antes de temperar a carne, abre um vinho do bom e começa a se embebedar que até a comida fica mais gostosa.

Aí joguei num frigideira grande anti-aderente e selei a carne. Isso significa só deixar corar um pouco de cada lado, e depois coloquei no forno médio para acabar o cozimento. E pronto para servir.

Agora as fotos do preparo do nhoque, inclusive com eu aparecendo sovando a massa para vocês acreditarem.

E para finalizar, de sobremesa, crepe de doce de leite argentino, o melhor do universo, La Salamandra, que você encontra para vender no Pão de Açúcar.

E aí gostaram?

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ago 05 2010

A felicidade é uma obrigação de mercado

Publicado por em Dia a Dia

Por Arnaldo Jabor

Desculpem a autorreferência, que é vitupério – mas, estou terminando meu filme A Suprema Felicidade, que me tomou três anos, entre roteiro, preparação e filmagem. Agora, sairá a primeira cópia.

Amigos me perguntam: “Que é essa tal de A Suprema Felicidade? Onde está a felicidade?” Eu penso: que felicidade? A de ontem ou a de hoje?

Antigamente, a felicidade era uma missão a ser cumprida, a conquista de algo maior que nos coroasse de louros; a felicidade demandava “sacrifício”. Olhando os retratos antigos, vemos que a felicidade masculina estava ligada à ideia de “dignidade”, vitória de um projeto de poder. Vemos os barbudos do século 19 de nariz empinado, perfis de medalha, tirânicos sobre a mulher e os filhos, ocupados em realizar a “felicidade” da família. Mas, quando eu era criança, via em meus parentes, em minha casa, que a tal felicidade era cortada por uma certa tristeza, quase desejada. Já tinha começado o desgaste das famílias nucleares pelo ritmo da modernidade.

Hoje, a felicidade é uma obrigação de mercado. Ser deprimido não é mais “comercial”. A infelicidade de hoje é dissimulada pela alegria obrigatória. É impossível ser feliz como nos anúncios de margarina, é impossível ser sexy como nos comerciais de cerveja. Esta “felicidade” infantil da mídia se dá num mundo cheio de tragédias sem solução, como uma “disneylândia” cercada de homens-bomba.

A felicidade hoje é “não” ver. Felicidade é uma lista de negações. Não ter câncer, não ler jornal, não sofrer pelas desgraças, não olhar os meninos malabaristas no sinal, não ter coração. O mundo está tão sujo e terrível que a proposta que se esconde sob a ideia de felicidade é ser um clone de si mesmo, um androide sem sentimentos.

O mercado demanda uma felicidade dinâmica e incessante, cada vez mais confundida com consumo, como uma “fast-food” da alma. O mundo veloz da internet, do celular, do mercado financeiro nos obriga a uma gincana contra a morte ou velhice, melhor dizendo, contra a obsolescência do produto ou a corrosão dos materiais.

A felicidade é ter bom funcionamento. Há décadas, o precursor McLuhan falou que os meios de comunicação são extensões de nossos braços, olhos e ouvidos. Hoje, nós é que somos extensões das coisas. Fulano é a extensão de um banco, sicrano comporta-se como um celular, beltrana rebola feito um liquidificador. Assim como a mulher deseja ser um objeto de consumo, como um “avião”, uma máquina peituda, bunduda, o homem também quer ser uma metralhadora, uma Ferrari, um torpedo inteligente, e mais que tudo, um grande pênis voador.

A ideia de felicidade é ser desejado. Felicidade é ser consumido, é entrar num circuito comercial de sorrisos e festas e virar um objeto de consumo. Não consigo me enquadrar nos rituais de prazer que vejo nas revistas. Posso ter uma crise de depressão em meio a uma orgia, não tenho o dom da gargalhada infinita, posso broxar no auge de uma bacanal. Fui educado por jesuítas, para quem o sorriso era quase um pecado, a gargalhada um insulto.

Bem – dirão vocês -, resta-nos o amor… Mas, onde anda hoje em dia, esta pulsão chamada “amor”?

O amor não tem mais porto, não tem onde ancorar, não tem mais a família nuclear para se abrigar. O amor ficou pelas ruas, em busca de objeto, esfarrapado, sem rumo. Não temos mais músicas românticas, nem o lento perder-se dentro de “olhos de ressaca”, nem o formicida com guaraná. Mas, mesmo assim, continuamos ansiando por uma felicidade impalpável.

Uma das marcas do século 21 é o fim da crença na plenitude, seja no sexo, no amor e na política.

Se isso é um bem ou um mal, não sei. Mas é inevitável. Temos de parar de sofrer romanticamente porque definhou o antigo amor… No entanto, continuamos – amantes ou filósofos – a sonhar como uma volta ao passado que julgávamos que seria harmônico. Temos a nostalgia lírica por alguma coisa que pode voltar atrás. Não volta. Nada volta atrás.

Sem a promessa de eternidade, tudo vira uma aventura. Em vez da felicidade, temos o gozo rápido do sexo ou o longo sofrimento gozoso do amor; só restaram as fortes emoções, a deliciosa dor, as lágrimas, motéis, perdas, retornos, desertos, luzes brilhantes ou mortiças, a chuva, o sol, o nada. O amor hoje é o cultivo da “intensidade” contra a “eternidade”. O amor, para ser eterno hoje em dia, paga o preço de ficar irrealizado. A droga não pode parar de fazer efeito e, para isso, a “prise” não pode passar. Aí, a dor vem como prazer, a saudade como excitação, a parte como o todo, o instante como eterno. E, atenção, não falo de “masoquismo”; falo do espírito do tempo.

Há que perder esperanças antigas e talvez celebrar um sonho mais efêmero. É o fim do “happy end”, pois na verdade tudo acaba mal na vida. Estamos diante do fim da insuportável felicidade obrigatória. Em tudo.

Não adianta lamentar a impossibilidade do amor. Cada vez mais o parcial, o fortuito é gozoso. Só o parcial nos excita. Temos de parar de sofrer por uma plenitude que nunca alcançamos.

Hoje, há que assumir a incompletude como única possibilidade humana. E achar isso bom. E gozar com isso.

Não há mais “todo”; só partes. O verdadeiro amor total está ficando impossível, como as narrativas romanescas. Não se chega a lugar nenhum porque não há onde chegar. A felicidade não é sair do mundo, como privilegiados seres, como estrelas de cinema, mas é entrar em contato com a trágica substância de tudo, com o não sentido, das galáxias até o orgasmo. Usamos uma máscara sorridente, um disfarce para nos proteger desse abismo. Mas esse abismo é também nossa salvação. A aceitação do incompleto é um chamado à vida.

Temos de ser felizes sem esperança. E este artigo não é pessimista…

Por mim: alguns acontecimentos há algumas semanas me fizeram repensar MUITAS coisas na minha vida. É um momento introspectivo, onde tenho avaliado tantas coisas, e principalmente, meu conceito de felicidade e meus valores.

Ando reclusa com tudo e com todos, por isso blog ficou abandonado também. É só uma fase, que passa, e me faz maior e melhor. Nunca estive tão serena, tão completa, tão feliz por estar onde estou. Olhar para trás nunca foi tão prazeroso, não olhar para frente nunca foi tão tranquilo. Eu estou meio em transição, como se estivesse entre estações, esperando o trem que vai para outra direção, que me leva para um novo lugar, e nunca tive tanta certeza que ele vai passar. Só estou atenta para garantir que vou embarcar.

Não sei se consegui ao certo passar um pouco do que estou sentindo, mas estou em paz, só reclusa.

Em um mês vi a vida de uma pessoa jovem desaparecer em segundos, conheci a crueldade humana principalmente com mulheres e animais, descobri meu valor como profissional e que não importa o que você faça seu valor nunca é reconhecido, descobri que as pessoas não enxergam mais valores, vi uma história de amor que jurei ser eterna sangrar, vi um outro amor nascer e crescer na direção do infinito, enfim, como não rever seus valores, conceitos e comportamento perante situações assim?
Como um faxina que fazemos em armários vez em nunca, é tempo de fazer faxina na alma. Volto quando der, e explico o que mudou!!!

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