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set 01 2010

Biking

Publicado por em Dia a Dia,Dieta

Lá no dia 11 de Maio eu vim aqui relatar para vocês meu primeiro dia de “ciclista” em São Paulo.

Naquela época nem eu botava fé que seguiria em frente.

Comecei com uma bike velha e somente capacete, nada de luz, farol, etc…. Só andava na calçada morrendo de medo de ser atropelada, ia numa leseira só.

E aí que fui tomando gosto pelo negócio, e depois de 1 mês, vi que não era fogo de palha e comecei a investir mais no veículo de transporte. Comprei luz dianteira e traseira, buzininha, etc. Aos poucos fui tomando coragem em alguns lugares e arriscando a rua ao invés da calçada. Depois fui arriscando avenidas, e agora já passo até no meio dos carros onde passam os motoboys, yeah!!!

Para mim tem sido uma terapia. Em dias que não posso ir de bike fico até frustada. É tão bom sair e ver TUDO parado e você lá, curtindo um sonzinho gostoso (só em um ouvido para ficar atenta aos barulhos do trânsito), pedalando e chegando em 10 minutos em casa. Não tem preço.

Recentemente a Ju me emprestou a bike dela, modernosa, e agora eu até opção de marchas tenho. Tudo bem que nunca acerto na troca, e morro de medo dos trancos e barulhos que ouço quando troco a marcha, então nem tenho tentado mudar, kkkkkk!

Eu preciso é tirar fotos. Mostrar meu estilão para vocês, rs.

Mas só queria vir aqui contar que daqui a pouco faz 4 meses que estou nessa, e estou MUITO feliz. Não chego suada no escritório até porque é perto e tem bastante semáforo (onde você descansa um pouco), então dá para vir tranquila. Se você mora perto do trabalho é uma excelente opção.

Quanto ao peso deste corpicho pouco mudou, até porque são 20 minutos por dia apenas, não dá nem para começar a queimar. Mas que faz bem para cabeça, isso sim!!!

Tente você também.

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ago 19 2010

Clude da Comédia

Publicado por em Dia a Dia

Ontem fui no Clube da Comédia.

Meio a contragosto porque não gosto de comédia stand up (bem coisa de americano sem graça) e também não gosto de sair de noite durante a semana e deixar o Mike sozinho.

Mas me surpreendi. Demais. Ri sem parar durante 1 hora inteira. Um programão. Super recomendo. Custa R$40,00 e tem toda quarta-feira às 21h no teatro Procópio Ferreira em São Paulo.

Marcelo Mansfield, Oscar Filho, Danilo Gentilli, Andre Bernardes (Porteiro Zé) e outros arrasaram. Eu adoro o Marcelo desde o dia em que vi este vídeo:

Vai lá, é muito legal, você vai amar!

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ago 05 2010

A felicidade é uma obrigação de mercado

Publicado por em Dia a Dia

Por Arnaldo Jabor

Desculpem a autorreferência, que é vitupério – mas, estou terminando meu filme A Suprema Felicidade, que me tomou três anos, entre roteiro, preparação e filmagem. Agora, sairá a primeira cópia.

Amigos me perguntam: “Que é essa tal de A Suprema Felicidade? Onde está a felicidade?” Eu penso: que felicidade? A de ontem ou a de hoje?

Antigamente, a felicidade era uma missão a ser cumprida, a conquista de algo maior que nos coroasse de louros; a felicidade demandava “sacrifício”. Olhando os retratos antigos, vemos que a felicidade masculina estava ligada à ideia de “dignidade”, vitória de um projeto de poder. Vemos os barbudos do século 19 de nariz empinado, perfis de medalha, tirânicos sobre a mulher e os filhos, ocupados em realizar a “felicidade” da família. Mas, quando eu era criança, via em meus parentes, em minha casa, que a tal felicidade era cortada por uma certa tristeza, quase desejada. Já tinha começado o desgaste das famílias nucleares pelo ritmo da modernidade.

Hoje, a felicidade é uma obrigação de mercado. Ser deprimido não é mais “comercial”. A infelicidade de hoje é dissimulada pela alegria obrigatória. É impossível ser feliz como nos anúncios de margarina, é impossível ser sexy como nos comerciais de cerveja. Esta “felicidade” infantil da mídia se dá num mundo cheio de tragédias sem solução, como uma “disneylândia” cercada de homens-bomba.

A felicidade hoje é “não” ver. Felicidade é uma lista de negações. Não ter câncer, não ler jornal, não sofrer pelas desgraças, não olhar os meninos malabaristas no sinal, não ter coração. O mundo está tão sujo e terrível que a proposta que se esconde sob a ideia de felicidade é ser um clone de si mesmo, um androide sem sentimentos.

O mercado demanda uma felicidade dinâmica e incessante, cada vez mais confundida com consumo, como uma “fast-food” da alma. O mundo veloz da internet, do celular, do mercado financeiro nos obriga a uma gincana contra a morte ou velhice, melhor dizendo, contra a obsolescência do produto ou a corrosão dos materiais.

A felicidade é ter bom funcionamento. Há décadas, o precursor McLuhan falou que os meios de comunicação são extensões de nossos braços, olhos e ouvidos. Hoje, nós é que somos extensões das coisas. Fulano é a extensão de um banco, sicrano comporta-se como um celular, beltrana rebola feito um liquidificador. Assim como a mulher deseja ser um objeto de consumo, como um “avião”, uma máquina peituda, bunduda, o homem também quer ser uma metralhadora, uma Ferrari, um torpedo inteligente, e mais que tudo, um grande pênis voador.

A ideia de felicidade é ser desejado. Felicidade é ser consumido, é entrar num circuito comercial de sorrisos e festas e virar um objeto de consumo. Não consigo me enquadrar nos rituais de prazer que vejo nas revistas. Posso ter uma crise de depressão em meio a uma orgia, não tenho o dom da gargalhada infinita, posso broxar no auge de uma bacanal. Fui educado por jesuítas, para quem o sorriso era quase um pecado, a gargalhada um insulto.

Bem – dirão vocês -, resta-nos o amor… Mas, onde anda hoje em dia, esta pulsão chamada “amor”?

O amor não tem mais porto, não tem onde ancorar, não tem mais a família nuclear para se abrigar. O amor ficou pelas ruas, em busca de objeto, esfarrapado, sem rumo. Não temos mais músicas românticas, nem o lento perder-se dentro de “olhos de ressaca”, nem o formicida com guaraná. Mas, mesmo assim, continuamos ansiando por uma felicidade impalpável.

Uma das marcas do século 21 é o fim da crença na plenitude, seja no sexo, no amor e na política.

Se isso é um bem ou um mal, não sei. Mas é inevitável. Temos de parar de sofrer romanticamente porque definhou o antigo amor… No entanto, continuamos – amantes ou filósofos – a sonhar como uma volta ao passado que julgávamos que seria harmônico. Temos a nostalgia lírica por alguma coisa que pode voltar atrás. Não volta. Nada volta atrás.

Sem a promessa de eternidade, tudo vira uma aventura. Em vez da felicidade, temos o gozo rápido do sexo ou o longo sofrimento gozoso do amor; só restaram as fortes emoções, a deliciosa dor, as lágrimas, motéis, perdas, retornos, desertos, luzes brilhantes ou mortiças, a chuva, o sol, o nada. O amor hoje é o cultivo da “intensidade” contra a “eternidade”. O amor, para ser eterno hoje em dia, paga o preço de ficar irrealizado. A droga não pode parar de fazer efeito e, para isso, a “prise” não pode passar. Aí, a dor vem como prazer, a saudade como excitação, a parte como o todo, o instante como eterno. E, atenção, não falo de “masoquismo”; falo do espírito do tempo.

Há que perder esperanças antigas e talvez celebrar um sonho mais efêmero. É o fim do “happy end”, pois na verdade tudo acaba mal na vida. Estamos diante do fim da insuportável felicidade obrigatória. Em tudo.

Não adianta lamentar a impossibilidade do amor. Cada vez mais o parcial, o fortuito é gozoso. Só o parcial nos excita. Temos de parar de sofrer por uma plenitude que nunca alcançamos.

Hoje, há que assumir a incompletude como única possibilidade humana. E achar isso bom. E gozar com isso.

Não há mais “todo”; só partes. O verdadeiro amor total está ficando impossível, como as narrativas romanescas. Não se chega a lugar nenhum porque não há onde chegar. A felicidade não é sair do mundo, como privilegiados seres, como estrelas de cinema, mas é entrar em contato com a trágica substância de tudo, com o não sentido, das galáxias até o orgasmo. Usamos uma máscara sorridente, um disfarce para nos proteger desse abismo. Mas esse abismo é também nossa salvação. A aceitação do incompleto é um chamado à vida.

Temos de ser felizes sem esperança. E este artigo não é pessimista…

Por mim: alguns acontecimentos há algumas semanas me fizeram repensar MUITAS coisas na minha vida. É um momento introspectivo, onde tenho avaliado tantas coisas, e principalmente, meu conceito de felicidade e meus valores.

Ando reclusa com tudo e com todos, por isso blog ficou abandonado também. É só uma fase, que passa, e me faz maior e melhor. Nunca estive tão serena, tão completa, tão feliz por estar onde estou. Olhar para trás nunca foi tão prazeroso, não olhar para frente nunca foi tão tranquilo. Eu estou meio em transição, como se estivesse entre estações, esperando o trem que vai para outra direção, que me leva para um novo lugar, e nunca tive tanta certeza que ele vai passar. Só estou atenta para garantir que vou embarcar.

Não sei se consegui ao certo passar um pouco do que estou sentindo, mas estou em paz, só reclusa.

Em um mês vi a vida de uma pessoa jovem desaparecer em segundos, conheci a crueldade humana principalmente com mulheres e animais, descobri meu valor como profissional e que não importa o que você faça seu valor nunca é reconhecido, descobri que as pessoas não enxergam mais valores, vi uma história de amor que jurei ser eterna sangrar, vi um outro amor nascer e crescer na direção do infinito, enfim, como não rever seus valores, conceitos e comportamento perante situações assim?
Como um faxina que fazemos em armários vez em nunca, é tempo de fazer faxina na alma. Volto quando der, e explico o que mudou!!!

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jun 16 2010

Chá de sumiço

Publicado por em Dia a Dia

Peço desculpas pela ausência mas desde que cheguei de viagem não consegui parar um minuto, colocando as coisas no lugar, curtindo o Mike, etc etc etc… estou no Sul a trabalho, e prometo que quando voltar vou colocar no ar a série de posts sobre França e Londres. Prometo!

Beijos

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maio 27 2010

Esse é o país em que vivemos!

Publicado por em Dia a Dia

*CARTA PUBLICADA NO ESTADÃO *
Carta-resposta de um Juiz ao Presidente Lula publicada no Estadão.
Veja a carta que um juiz colocou no jornal de hoje:
Carta do Juiz Ruy Coppola (2º TAC) .

*Mensagem ao presidente! *

Estimado presidente, assisti na televisão, anteontem, o trecho de seu discurso criticando o Poder Judiciário e dizendo que V. Exa. e seu amigo
Tarso, ministro da Justiça, há muito tempo são favoráveis ao controle externo do Poder Judiciário, não para ‘meter a mão na decisão do juiz’, mas
para abrir a ‘caixa-preta’ do Poder… Vi também V. Exa. falar sobre ‘duas
Justiças’ e sobre a influência do dinheiro nas decisões da Justiça.
Fiquei abismado, caro presidente, não com a falta de conhecimento de V.Exa., já que coisa diversa não poderia esperar (só pelo fato de que o nobre
presidente é leigo), mas com o fato de que o nobre presidente ainda não se tenha dado conta de que não é mais candidato.
Não precisa mais falar como se em palanque estivesse; não precisa mais fazer cara de inconformado, alterando o tom da voz para influir no ânimo da platéia. Afinal, não é sempre que se faz discurso na porta da Volks.

Não precisa mais chorar. O eminente presidente precisa apenas mandar, o que não fez até agora.
Não existem duas Justiças, como V. Exa. falou. Existe uma só. Que é cega, mas não é surda e costuma escutar as besteiras que muitos falam
sobre ela.
Basta ao presidente mandar seu amigo Tarso tomar medidas concretas e efetivas contra o crime organizado.

Mandar seus demais ministros exercer os cargos para os quais foram nomeados.

Mandar seus líderes partidários fazer menos conchavos e começar a legislar em favor da sociedade. Afinal, V. Exa.. foi eleito para isso.
Sr. presidente, no mesmo canal de televisão, assisti a uma reportagem dando conta de que, em Pernambuco (sua terra natal), crianças que haviam abandonado o lixão, por receberem R$ 25,00 do Bolsa-Escola , tinham voltado para aquela vida (??)
insólita simplesmente porque desde janeiro seu governo não repassou o dinheiro destinado ao Bolsa-Escola .

Como se pode ver, Sr. presidente, vou tentar lembrá-lo de algumas coisas simples. Nós, do Poder Judiciário, não temos caixa-preta. Temos leis
inconsistentes e brandas (que seu amigo Tarso sempre utilizou para inocentar pessoas acusadas de crimes do colarinho-branco) .

Temos de conviver com a Fazenda Pública (e o Sr. presidente é responsável por ela, caso não saiba), sendo nossa maior cliente e litigante, na maioria
dos casos, de má-fé.
Temos os precatórios que não são pagos..
Temos acidentados que não recebem benefícios em dia (o INSS é de sua responsabilidade, Sr. presidente). Não temos medo algum de qualquer controle externo, Sr. presidente.
Temos medo, sim, de que pessoas menos avisadas, como V. Exa. mostrou ser, confundam controle externo com atividade jurisdicional (pergunte ao seu
amigo Tarso, ele explica o que é).
De qualquer forma, não é bom falar de corda em casa de enforcado.
Evidente que V. Exa. usou da expressão ‘caixa-preta’ não no sentido pejorativo do termo.
Juízes não tomam vinho de R$ 4 mil a garrafa.
Juízes não são agradados com vinhos portugueses raros quando vão a restaurantes.
Juízes, quando fazem churrasco, não mandam vir churrasqueiro de outro Estado.
Mulheres de juízes não possuem condições financeiras para importar cabeleireiros de outras unidades da Federação, apenas para fazer uma
‘escova’. Cachorros de juízes não andam de carro oficial. Caixa-preta por caixa-preta (no sentido meramente figurativo), sr. presidente, a do Poder
Executivo é bem maior do que a nossa.
Meus respeitos a V. Exa. e recomendações ao seu amigo Márcio.

P.S.: Dê lembranças a ‘Michelle’. (Michelle é cachorrinha do presidente que
passeia em carro oficial)

Ruy Coppola, juiz do 2.º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo,
São Paulo

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maio 25 2010

HOME ALONE

Publicado por em Dia a Dia

Estou sozinha, abandonada, snif…

Vou viajar sextas-feira, depois conto mais, mas já tive que deixar o Mike com a minha mãe desde ontem. Ai ai, a casa sem o meu docinho não é a mesma, sinto falta dele em tudo, o cheirinho dele, os beijinhos dele, ai ai.

Agora hoje foi Rafa que me abandonou. Ou seja, estou a semana toda sozinha sozinha…. snif…. me faz companhia?

E aí a gente fica sozinha num tem o que fazer e baixa os últimos 5 episódios de Brothers & Sisters da última temporada (incluindo o último episódio desta quarta temporada!) e chora mais ainda!!! Essa temporada foi MARAVILHOSA!!!! Tão linda!

E também aproveitei para baixar um monte de músicas e tentar organizar meu itunes. Baixei cada música linda. Essa daí de baixo tocava na novela Viver a Vida, super fofa! E baixei uma música em especial, que eu quero muito ouvir em um lugar especial que vou nas minhas férias. Será apenas uma semaninha, mas sei que será maravilhosa. Eu e meu casamento estávamos precisando.

Depois conto mais. Fiquem com o videozinho!

http://www.youtube.com/watch?v=acvIVA9-FMQ

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abr 16 2010

Japanese Food e visitinha mais que especial

Publicado por em Amigos,Dia a Dia

No último feriado que fui a Ribeirão Preto, minha terra natal, fui visitar minha amiga querida Juliana, minha companheirona de aborrecência e madrinha de casamento.

A dona Juliana, dona também desse blog aqui, tá de barriga, ou melhor, habita seu interior um menino muito faceiro chamado Bento, que logo mais chegará no mundo para acabar com as noites da mamãe!!!!
E como eu vejo muito pouco essa praga, eu precisava visitá-la antes que ela parisse, então aproveitei o feriado da páscoa para visitá-la em Sertãozinho, um finzinho de mundo… kkkk.

Eu estava com tanta saudade dela!!!! hahahah, mentira, eu queria mesmo era ir para lá comer aquela barca gigante de comida japonesa do Beto, japa que decidiu morar no fim do mundo para minha alegria, pois ele faz comida japa a preços vergonhosos de tão baratos. No restaurante dele, uma barca dessas aí não paga nem o rodízio de 1 pessoa em São Paulo, e comemos MUITO em cinco pessoas.

Ainda bem que tem o chá de bebê, o nascimento do Bento, o batizado, niver de 1 ano, entre outros para eu sempre que possível aarrumar uma desculpa para comer japa for ALMOST free!!!

Jujuba, te amo. Por que não tiramos fotos nossas? Ah, me lembrei, pareceria a foto de duas bolachas trakinas né? Mas você ainda tem um bebê na barriga, e eu, faço o que? Não vale responder regime!!!

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abr 09 2010

Mike e o dodói

Publicado por em Dia a Dia,Filhos

Notícias do Mike, meu fofinho companheirão que me segue aonde eu vou (até ao banheiro nas madrugadas), que faz uma festa louca quando eu chego, que faz cara de triste quando percebe que estou me arrumando para sair, que fica embaixo da pia chorando e torcendo para sobrar alguma coisa para ele enquanto eu cozinho, que se esconde quando percebe que eu tô preparando o remédio dele, que me acorda religiosamente todo santo dia as 6 da matina (não importa a hora que vamos dormir), que pula na cama e lambe a minha cara até eu levantar, que já está de regime desde pequeno porque engordou 1 kilo em menos de duas semanas, que é o amor da minha vida, razão da minha alegria e da minha vontade de voltar correndo pra casa! Mas também é a razão da minha preocupação diária.
Já escrevi aqui sobre a peregrinação para descobrir o que ele tinha, mas o veterinário não acertou, e levei ele pro interior, lá tem um dos melhores do Brasil, ficou bonzão, tava quase soltando rojão e dormindo a noite, foi só voltar para Sampa e tudo voltou…. chororô, muito chororô, troca medicação, vai que é alergia de SP! Que nada, foi tosse do canil desde cedo, o primeiro vet que cagou e não achoo que fosse e não tratou, agora fica mais difícil tratar, e eu não aguento mais ver meu bixinho se matando de tanto tossir, não dormir de madrugada de tanto que tosse, já não sei mais o que fazer, já chorei horrores, já fiz promessa e até já paguei (1 mês sem café), já orei tanto e já questionei tanto meu Senhor, tá difícil esperar o tempo Dele, são dois meses de antibióticos diferentes, injeções, etc.
Amanhã vamos levá-lo ao terceiro veterinário, e tenho fé no meu Deus de que ele vai ficar curado!
Agora fala se ele não é um fofo? e a gravatinha do piu-piu? Foi o traje dele para o niver do Rafa!
Vamos torcer e esperar pelo melhor sempre!! Beijos

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abr 05 2010

Cadê eu?

Publicado por em Dia a Dia

Sim sei que estou sumida demais, confesso que abandonei o blog por diversos motivos, entre eles divulgação de resultado da empresa onde trabalho, doença do Mike, viagens no meio do caminho e aniversário de 30 anos do Rafa.

Estou com um monte de post estocado esperando para ser escrito e agora que não estou mais trabalhando até altas horas e de final de semana (ainda que continue corrido por aqui), vou escrevendo os posts durante a semana ok, podem esperar, não desistam de mim nem do blog.

Beijocas

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mar 12 2010

Horta em casa

Publicado por em Dia a Dia

Desde que eu voltei de Londres que tenho horta em casa, quer dizer, em apartamento. Esses 8 meses que morei em flat em 2009 me deixaram muito triste por não ter hortinha junto comigo, tive que doar para minha irmã (e só o alecrim sobreviveu porque o coitado nem gosta tanto de água!).

Eu gosto muito de ter plantinhas em casa, herdei esta paixão da minha mãe. Vivo conversando com elas, dando beijinhos (de verdade), dou muito amor e carinho, e vê-las brotando, crescendo, florindo, enche meu coração de alegria!

Por fim, quando mudei para este apto, não tinha sacada para montar uma hortinha. O jeito foi improvisar um vasinho na sala. Óbvio que com os móveis bonitos chegando, a sala se enfeitando, não rola deixar um vaso exalando cheiro de manjericão e alecrim né?

E fiquei pensando onde poderia colocar…. até que quando vieram instalar os ares condicionados dos quartos (todo o mundo merecia ter um!), o moço me disse que colocaria a unidade externa na parede da área de serviço por fora do prédio, aí eu pedi para ele colocar um pouco mais alto que a base da janela, assim eu conseguiria colocar na estreita muretinha meus vasinhos de ervinhas que eu tanto amo. E me diz, tem coisa melhor do que cozinhar com ervas frescas, sem agrotóxicos, super bem cuidadas por você?

E aí, gostaram da idéia?

Todo dia pela manhã eu vou até elas, rego, converso, cheiro, aprecio…. (enquanto isso o Mike fica latindo desesperado para eu pegar ele no cólo e ele poder cheirá-las também… quando o vaso da sala ficava no chão, vira e mexe ele aparecia cheirando manjericão, era só ir até a sala para ver o estrago que ele havia feito no vaso, rs!)….

Da esquerda para direita: mini-manjericão (o mais delicioso de todos!), salsinha e cebolinha, hortelã, tomilho (salve Jamie Olvier!!), e manjericão tradicional, depois tem manjericão roxo e manjericão toscano (que não aparecem nesta foto).

Olha o manjericão toscano aí gente, DIVINO!

E aí, se animou para fazer a sua? Não dá trabalho nenhum, é só regar e muito sol!

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